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Microcrédito, grandes possibilidades

Nadjara Martins e Renata Moura
Repórter e Editora de Economia

Três anos atrás, Laércio dos Santos Silva, 44, começou a “luta” do próprio negócio, em Natal (RN), com direito a “dias de choro e de não ter um tostão no bolso”. 

A ideia: preparar e vender comida com a família. A dificuldade: faltava dinheiro para comprar mercadorias. Mas a solução não demorou e abriu um novo capítulo nessa história. 

“Um senhor passou e me avisou que estavam no bairro emprestando capital de giro. Pensei em não ir, porque não tinha sorte com essas coisas, mas ele insistiu, eu fui, e no outro dia ligaram do banco dizendo quando eu poderia pegar o dinheiro”.

O crédito, de R$ 570, ajudou a comprar feijão e arroz para produzir “quentinhas” e, ampliado nos anos seguintes, aumentou o fôlego que precisava para reformar e expandir o negócio - hoje, churrascaria.

O dinheiro faz parte de um bolo que só cresce no Brasil e, principalmente, na região Nordeste: o microcrédito.

Expansão
Impulsionada nos últimos anos por uma soma de fatores que  facilitou o caminho para o empreendedorismo, a modalidade também tem decolado, no entanto, com uma das piores faces da retração econômica no país: o desemprego e as taxas de desocupação que  atingiram níveis recordes em 2015.

“Cresce o número de desempregados, o número de negócios por conta própria sobe e a demanda por microcrédito também. Quanto mais demitidos, maior é a demanda por esse dinheiro”, afirma o superintendente do Banco do Nordeste (BNB) no Rio Grande do Norte, José Mendes Batista. 

 

Fonte:

Postada em: 29/12/2015

 

 

 

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